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de Imagens (Efeitos Colaterais)
Efeitos Colaterais
Recentemente, vem colocando muita atenção nos problemas
refrativos e nos problemas da visão noturna em pacientes operados
pelo LASIK. Normalmente isso acontece nos primeiros 7 à 20 dias após
a cirugia, sendo comum desaparecer após isso, entretanto em alguns
casos, este problema aumenta e sai do controle do paciente/médico.
Muitos pacientes reportam dificuldades a noite ao invés do dia.
Isso acontece porque a pupila está dilatada durante a noite.
Como disse, os pacientes experimentam
isso durante algum tempo após a cirurgia e pode durar dias
ou semanas e isso acontece pelas inflamações, acúmulos de líquidos
e reorganização da estrutura corneana, e vocês devem entender que
isso é normal durante a recuperação.
Halos, Glares, Starbursts eternos são causados por vários
motivos, tais como “erro refrativo residual” (sobras ou resíduos
– hipo ou hipercorreção), pupilas grandes durante a cirurgia ou
ablação descentralizada.
O problema de pupilas grandes é que quando a pupila é
grande, a irregularidade da parte “não tratada” da córnea
durante a cirurgia é passado para a retina, causando os halos,
glares e starbursts. Alternativamente é possível o uso de colírios
para diminuir o tamanho da pupila (chamado pilocarpine ou
dapiprazole) ou o uso de lentes de contato com um anel externo
colorido para reduzir a área de contato externo, além do uso de
lentes rígidas gás-permeáveis.
Outros motivos do glare/halo incluem haze ou córneas não
transparentes ou ainda astigmatismo irregular.
A maneira como um olho tratado com LASIK refrata a luz pode
criar um efeito similar à visão noturna de quem usa lentes de
contato. Pode ser que haja uma redução de nitidez, assim como
excessos de luminosidade e clarões ao redor de luzes. Esses efeitos
geralmente são moderados, e a maioria dos pacientes tem poucas
reclamações.
Starbursts
em uma simulação de uma árvore de Natal.

Halo (ofuscamento da luz noturna)
Glares em lâmpadas
da rua...
Mais imagens??? Veja a Galeria
de Imagens de efeitos colaterais
Durante o LASIK existe a queima de tecidos. Por causa disso a
lubrificação da córnea pode não ser muito boa no inicio, fazendo
que as pessoas tenham o sintoma de olho seco. Sintomas incluem olhos
que ardem, irritam. Normalmente isso é comum em condições controláveis
através de colírios que substituem a lágrima. Apenas casos raros
podem levar a situação crônica ou infecções. Tem vários
motivos que levam à olhos secos após o LASIK:
·
Nervos Danificados: durante a criação da lamela com
o microcerátomo, algum nervo de criação de lágrima pode ser
afetado, porém elas se regeneram e voltam ao normal em alguns meses
·
Células Desvitalizadas: durante a colocação do anel
de sucção do microcerátomo, essas células responsáveis por
deixar a superfície úmida podem ser danificadas e levam alguns
meses para voltar ao normal.
·
Alteração da elevação da córnea: durante a
cirurgia você pode ter o formato da córnea alterado. Certas partes
podem levar a causar algum tipo de alteração que prejudique como
as lágrimas correm pela superfície.
·
Fechamento da Pálpebra Incompleto: Muitos pacientes não
fecham o olho completamente enquanto estão dormindo. Isto ocorre
com alguns pacientes e isso pode levar a olhos secos. Isso pode ser
contornado com colírios durante a noite
O epitélio corneano
é cortado durante a cirurgia com uma lâmina cirúrgica para que a
camada inferior da córnea seja alcançada. À medida que a lâmina
corta é possível que algumas se soltem e se instalem embaixo da
lamela. Ali elas podem crescer em uma área abaixo da córnea. Isso
ocorre em cerca de 10 à 30% dos cados. Na maioria dos casos deve se
observar se ela não está crescendo em direção ao centro crítico
da visão. A incidência de crescimento epitelial onde o médico
deve levantar o flap e remover as células é muito inferior à 1%,
mas deve ser feito em 2 à 8 semanas após a cirurgia. Um
crescimento epitelial tratado adequadamente não tem nenhum perigo,
porém se não tratado pode levar a cegueira.
Alguns pacientes podem experimentar a diminuição do
contraste mesmo durante o dia. Isto pode diminuir a qualidade visual
geral do paciente. Esse é outro efeito colateral muito raro.

Ilha central ocorre quando o foco do excimer laser não
remove o tecido do centro uniformemente. Um monte de tecido no
centro pode interferir com a visão. Muitos pesquisadores acham que
isso ocorre porque a vaporização do tecido corneano em um pedaço,
mascarando o local do centro do tratamento do laser (formando um
“guarda-chuva”). Ilhas centrais ocorrem em lasers do tipo
“feixe de luz amplo”. Alguns casos de Ilha central normalmente
se resolvem em um tempo sozinho, porém se não houver melhorias os
óculos NÃO corrigem isso. Lentes de gás-permeável rígidas pode
ser uma opção. Os excimers lasers ainda não operam este tipo de
erro, porém uma tecnologia futura provavelmente operará este caso,
removendo o tecido do centro sem danificar o tecido das bordas da córnea.
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