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Introdução
O LASIK é a abreviação
de “laser-assisted in situ keratomileusis” e com certeza é a
cirurgia refrativa mais comumente utilizada no mundo de hoje. E porque
é tão popular? Porque o LASIK tem várias vantagens sobre os outros
métodos, incluindo pouco incomodo depois da cirurgia (absolutamente
sem dor durante o procedimento), um grande número de sucesso e também
uma boa visão depois de 24horas de cirurgia (20/60 ou melhor, chegando
a alguns casos em 20/25).

A córnea é a parte do
olho que ajuda-nos a focar a luz e criar a imagem na retina. Ele
funciona da mesma maneira que as lentes em uma câmera focando a luz e
criando a imagem no filme. A “inversão” e o foco é também conhecido
como refração. Normalmente se o formato da córnea e do olho não é
perfeito, pode gerar imagens fora-de-foco (embaçadas) na retina. Essas
imperfeições na capacidade de focar objetos são chamadas de erros
refrativos. Existem três tipos mais comuns de erros refrativos:
miopia, hipermetropia e astigmatismo. Pessoas com miopia tem
dificuldades de enxergar objetos distantes, pois a imagem “se forma”
antes de chegar a retina. Pessoas com hipermetropia tem mais
dificuldades em ver objetos próximos, pois a imagem “se forma” depois
da retina. Astigmatismo é a distorção da imagem na retina causado por
irregularidades na córnea (ou lentes) do olho. Combinações de miopia e
astigmatismo ou hipermetropia e astigmatismo é comum. As operações
cirúrgicas para a correção do poder de foco dos pacientes é chamado de
cirurgia refrativa. No caso do LASIK, uma quantidade especifica de
tecido corneano é retirado por um tipo especial de laser (chamado
Excimer Laser) para dar um outro formato à córnea, compensando esses
problemas.
Entretanto, a córnea
com miopia terá miopia para sempre, mas com o LASIK nos poderemos
enxergar, pois a nova forma da córnea ajuda a formar a imagem o mais
próximo da retina.
Desde os anos 40,
diferentes tipos de cirurgia têm sido desenvolvidos para corrigir
erros de refração permanentemente. Atualmente, existem vários tipos de
cirurgias refrativas, algumas bastante utilizadas há décadas, outras
ainda em fase experimental. Dentre as cirurgias refrativas que
apareceram, as mais importantes são a ceratotomia radial (RK) e a
ceratectomia fotorrefrativa (PRK) e a nova e mais moderna LASIK (laser-assisted
in situ keratomileusis).
A ceratotomia radial (RK)
corrige a miopia através do aplanamento da córnea, com uma série de
cortes (incisões) na parte central da córnea. Um bisturi com ponta
retrátil de diamante é utilizado para realizar a cirurgia. A zona
óptica (parte central da córnea, responsável pelo nosso principal tipo
de visão) é definida através de um anel circular. A espessura da
córnea é medida, e a ponta do corte de diamante é estendida até ficar
com o comprimento apropriado. As incisões são feitas a partir da borda
da zona óptica até a borda da córnea. Desse modo, a zona óptica
central não é tocada. A RK somente pode ser utilizada no tratamento de
baixos graus de miopia e astigmatismo; por outro lado, o LASIK pode
tratar hipermetropia e graus mais altos de miopia e astigmatismo.
A ceratectomia
fotorrefrativa (PRK) é um procedimento cirúrgico que utiliza um raio
laser extremamente preciso para remover tecido corneano, com o
objetivo de corrigir erros de refração. A PRK é realizada na
superfície da córnea. Considerando que, na PRK, uma grande parte do
epitélio corneano (a camada externa de células) precisa ser removida,
pode-se dizer que essa cirurgia equivale ao esfolamento do olho ou a
uma raspagem corneana, causando muita dor, irritação, lacrimejamento,
visão embaçada e a sensação de corpo estranho. Após a PRK, a visão
fica embaçada nos primeiros dias, mas melhora com a cicatrização do
epitélio corneano e a retirada dos curativos. Ao final de uma semana,
a visão estará razoavelmente boa. A correção geralmente se estabiliza
após um período de seis meses.
O excimer laser é um
instrumento computadorizado de alta precisão que usa luz ultravioleta
invisível para realizar cirurgias na córnea. Excimer LASER utilizado
no LASIK é o acrônimo de “Excited Dimmer” (dímero excitado) e
LASER é o acrônimo de Light Amplification by the Stimulated
Emission of Radiation (amplificação de luz por emissão estimulada
de radiação).
Essa luz não provoca
praticamente nenhum dano aos tecidos adjacentes, o que aumenta a
segurança do procedimento. Cada pulso do raio laser remove uma
quantidade minúscula de tecido corneano, na ordem de 15 à 35 micras
(aproximadamente 1/500 da espessura de um fio de cabelo humano).
O excimer laser foi
originalmente criado em 1970 e era utilizado em outras áreas como
informática e indústria alimentícia, e é chamado de “laser frio” pois
não produz calor, nem queimaduras. O excimer laser utilizado para o
LASIK nada mais é que uma luz ultravioleta na freqüência de 193
nanômetros. Inicialmente, este laser era utilizado apenas em
eletrônica para produzir cavidades micrométricas em placas de
plástico, onde se encaixam perfeitamente os chips de computadores,
porém com a descoberta de que este laser poderia também vaporizar de
uma forma suave e controlada os tecidos da córnea sem produzir dano
térmico, iniciou-se a era dos lasers refrativos, permitindo ao
cirurgião esculpir e modelar a curvatura da córnea de maneira a
eliminar as dioptrias ou “graus” da miopia, hipermetromia ou
astigmatismo. A cada ano foram acrescentadas inovações, sendo hoje
muito seguro e confiável, além de cada vez estar se tornando mais
preciso.
Fisicamente o Excimer
Laser consiste em um grupo de laser's que baseiam-se na interação de 2
gases em uma câmara de ressonância. Utilizando-se de diferentes gases,
o Excimer Laser pode produzir intensa radiação de luz ultravioleta em
forma de pulsos com diferentes comprimentos de onda, todos capazes de
interagir com o tecido corneano. Este aumento de energia sobre o
tecido provoca uma ruptura da composição química das moléculas,
removendo os tecidos (volatilização tecidual) em uma ação biológica
denominada fotoablação. Esta propriedade de fotoablação faz com que o
tecido literalmente desapareça (vaporize), alterando a topografia
corneana, tornando-se preferida para a realização de Cirurgias
Refrativas.
O LASIK é antes de
tudo era uma nova tecnologia; e até pouco tempo o excimer laser só era
utilizado para outro tipo de cirurgia ocular a laser, o PRK (photorefractive
keratectomy).
Na primeira geração
de LASIK, o laser era manipulado por um diafragma, o qual abria e
fechava de forma controlada, permitindo remover mais tecido no centro
(miopia) ou na periferia da córnea (hipermetropia). Estes foram os
excimer de primeira geração.
Depois de estudos
veio então a idéia de adicionar ao trajeto laser o que chamamos de
máscara rotatória, a qual possibilitou o tratamento do astigmatismo.
Estes são os lasers de segunda geração.
Excimer
lasers de primeira e segunda gerações usam um feixe de luz amplo
(aproximadamente 6 mm de diâmetro), com uma abertura que controla a
quantidade de luz à qual o olho será exposto durante cada pulso. Os
fabricantes aprimoraram essa tecnologia, dividindo o amplo feixe de
luz único em sete feixes menores, que giram ao redor da área de
tratamento (de forma semelhante a um chuveiro, que divide o fluxo
principal de água em fluxos menores).
Após isso adicionaram o Eye Tracking (tracking de olhos), e os lasers
eram controlados por espelhos para aplicar o mesmo apenas a um pequeno
pedaço da córnea (1 à 2mm de espessura do laser, contra 6 à 7mm dos de
segunda geração). A mais nova geração de excimer lasers, como os de
terceira-geração, utilizam uma tecnologia inovadora chamada flying
spot (ponto voador). ou também conhecido como “Small-spot scanning”.
Além disso esses lasers produzem uma superfície altamente suave em uma
grande área (de até 12mm de diâmetro), fazendo que os problemas de
visão-noturna sejam bem mais raros, porém o preço destes lasers (e da
cirurgia em si) são bem mais altos.
Neste caso (flying
spot), um feixe de luz extremamente fino (aproximadamente 1 à 2 mm
de largura) entra em contato com o olho na velocidade da luz,
permitindo que determinado ponto do olho se restabeleça antes de ser
tocado novamente. Esses lasers cobrem uma ampla área de superfície
corneana. Diferentemente do que acontece com o feixe de luz amplo, a
largura total do raio laser flying spot é aplicada na córnea durante
cada pulso. Essa tecnologia produz um formato corneano mais liso e
ajuda a aumentar a precisão e a eficiência da cirurgia.
Uma
“quase-quarta-geração” de lasers já está em operação, onde o laser é
mais fino (até 1mm) e permite que o médico tenha uma visão
tridimensional da córnea, já que cada olho tem uma característica
única (como uma impressão digital), e o laser permite que seja
aplicado independentemente em até mil pontos distintos. Nestes lasers
o “Eye Tracking” pode chegar a fazer até 4 mil leituras por
segundo, ao invés de 30 ou 60 vezes por segundo dos que a cirurgia de
segunda/terceira geração.
A
técnica do LASIK (Laser In-Situ Keratomileusis ou
Queratomileusis in situ assistida por laser) se baseia no uso de
um delicado instrumento de corte chamado microcerátomo, onde o
oftalmologista-cirurgião faz um corte semelhante a uma fatia ou
“lamela” (ou ainda conhecido como "flap" que lembra a abertura da
“tampa da laranja”) nas camadas mais anteriores da córnea, deixando um
dos lados desta “lamela” aderido à córnea, e após o corte do
microcerátomo o cirurgião delicadamente levanta esta “lamela” de
tecido. Esta lamela ou “tampa da laranja” possui em média 130~140
micras de espessura e 6~8mm de diâmetro. Após isso, o excimer laser é
aplicado remodelando a forma da córnea. A seguir a “lamela” é
recolocada de volta ao lugar. Após um período de poucos dias, esta
“lamela” é reintegrada com o restante da córnea. (leia sobre o
procedimento LASIK mais abaixo)
A
técnica cirúrgica utilizada anteriormente era o PRK (veja na “história
da cirurgia refrativa”), onde o excimer laser era aplicado diretamente
sobre o tecido corneano superficial, o que levava a um pós-operatório
muito doloroso e com tendência a uma cicatrização excessiva, haze,
glare, halo, etc.
Em virtude, da
destruição do tecido corneano ser mínima com a técnica de LASIK,
ocorre melhor cicatrização e com muito menos dor. A maioria dos
pacientes enxergam bem imediatamente após a operação.
O LASIK se desenvolveu
a partir da PRK, e ambas as cirurgias usam o raio laser de forma
bastante semelhante. O LASIK proporciona os mesmos benefícios de
correção visual, mas com menos (e não tão graves) efeitos adversos
quando comparado à PRK. Essa técnica usa um excimer laser para remover
parte do estroma corneano. A camada superior de células epiteliais da
córnea é preservada, uma vez que a cirurgia ocorre na parte mais
profunda, abaixo da camada externa corneana. Como não há abrasão da
córnea, o LASIK requer pouca cicatrização. Cinco minutos após a
cirurgia, a visão do paciente normalmente está 20/70. Na manhã
seguinte à operação, a visão tende a estar 20/40 ou melhor.
Em pesquisas feitas no
Brasil, aparentemente o PRK gera menos desconforto quando o paciente é
exposto à direção norturna (apesar de não entender o porque vejam em
P018 de
http://www.abonet.com.br/abo/654s/painel01.htm)
“LASIK
NUM OLHO E PRK NO OUTRO OLHO DO MESMO PACIENTE: QUALIDADE DE VISÃO A
LONGO PRAZO
Otávio Siqueira Bisneto, Alexandre Lass
Siqueira, Osny Sedano Filho, Hamilton Moreira
Hospital de Olhos do Paraná
Objetivo: Realizamos este estudo com o
objetivo de avaliar as técnicas de ceratectomia fotorrefrativa (PRK) e
laser in situ keratomileusis (LASIK), em pacientes submetidos à
cirurgia de miopia de baixo e moderado grau, sendo um olho submetido à
PRK e outro à LASIK. Material e Método: Os pacientes estudados foram
submetidos ao exame oftalmológico, onde verificou-se: acuidade visual
(AV) sem correção, AV com melhor refração, biomicroscopia, teste de
ofuscamento, topografia computadorizada de córnea, teste de
sensibilidade de contraste com e sem ofuscamento. Para avaliação
subjetiva da cirurgia os pacientes responderam ao questionário anexo.
Todas as cirurgias foram realizadas pelo mesmo cirurgião, no mesmo
aparelho de Excimer Laser (Summit Omnimed®). Resultados: Foram
incluídos no estudo 4 pacientes (8 olhos), com equivalente esférico
refracional (EE) entre –1,50 e –5,75 dioptrias (D), sendo a média do
EE no pré-operatório –3,25D para LASIK e –3,50D para PRK. O seguimento
pós-operatório foi semelhante nos dois grupos, média de 4 anos. A AV
sem correção foi de 20/20 em todos os olhos. No teste de ofuscamento
todos os olhos mantiveram AV de 20/20. O teste de sensibilidade de
contraste sem ofuscamento mostrou todos os olhos dentro da curva de
normalidade, porém, com ofuscamento 6 dos 8 olhos (metade de cada
grupo), apresentaram curvas fora do padrão de normalidade. Em relação
à avaliação subjetiva da cirurgia, todos os pacientes avaliaram a
mesma como "boa". Discussão: Neste estudo tanto PRK quanto LASIK se
mostraram tecnicamente seguros, eficazes e previsíveis para correção
de baixa e moderada miopia. Ambos os grupos apresentaram queda da
sensibilidade de contraste sob ofuscamento, sendo que na avaliação
subjetiva notou-se certa insatisfação no grupo LASIK em relação a
dirigir à noite, o que não aconteceu no grupo PRK. Os autores destacam
que outros estudos com maior número de pacientes devem ser realizados
para uma melhor avaliação do tema.”
A FDA (U.S. Food and
Drug Administration) é uma divisão do Departamento de Saúde e Serviços
Humanos do Governo Americano (semelhante a nosso Ministério da Saúde).
Eles são um dos responsáveis por homologar os equipamentos LASIK para
o uso na população.
No site da FDA você
poderá encontrar uma lista dos Lasers aprovados para LASIK, juntamente
com documentos sobre o equipamento, estatísticas, etc. O site é
http://www.fda.gov/cdrh/LASIK/lasers.htm
Em setembro de 2004,
antes da minha cirurgia refrativa, os equipamentos que eram
homologados eram:
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Companhia
e Modelo |
Ano Homologação |
EyeTracker? / Wavefront
|
Tipo de Miopia (D
é o acrônimo de dioptrias) |
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Alcoon
- LadarVision 4000 |
2002
|
Sim / Sim
|
Wavefront-guided
LASIK
Operação de miopia
até -7.0D, sem ou com astigmatismo de até -0.5D |
|
Autonomous
Tecnology
- LadarVision |
2000
|
Sim / Não
|
Operação de miopia
até -9.0D, sem ou com astigmatismo de até -3.0D |
|
Bausch & Lomb
- Technolas 217 a |
2000, 2002 e 2003
|
Sim / Não
|
Operação de miopia
até -11.0D, sem ou com astigmatismo de até -3.0D ou hipermetropia
entre 1.0 e 4.0D sem ou com astigmatismo de 2.0D |
|
Bausch & Lomb
- Technolas 217 z |
2003
|
Sim / Sim
|
Wavefront-guided
LASIK
Operação de Miopia
até -7.0D sem ou com astigmatismo de até -3.0D |
|
Dishler |
1999 |
Não/ Não |
Operação de Miopia
até -13.0D sem ou com astigmatismo de até -4.0D |
|
Kremer |
1998 |
Não/ Não |
Operação de Miopia
até -15.0D sem ou com astigmatismo de até -5.0D |
|
LaserSight
- LaserScan LSX |
2001 |
Não/ Não |
Operação de Miopia
até -6.0D sem ou com astigmatismo de até 4.5D |
|
Nidek
- EC5000 |
2000 |
Não/parece q sim |
Operação de Miopia
até -14.0D sem ou com astigmatismo de até 4.0D |
|
Summit
- Apex Plus |
1999 |
Não/ Não |
Operação de Miopia
até -14.0D sem ou com astigmatismo de até 5.0D |
|
Summit Autonomous
- LadarVision |
2000 |
Não/ Não |
Operação de
Hipermetropia até 6.0D sem ou com astigmatismo de até -6.0D |
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VISX
- Star S2 & S3 |
2001 |
Apenas S3/Não |
Operação de
Hipermetropia até 5.0D, com ou sem astigmatismo de até 3.0D. |
|
VISX
- Star S2 |
1999 |
Não/Não |
Operação de Miopia
até -14.0D sem ou com astigmatismo de até -5.0D |
|
VISX
- Star S3 com
EyeTracker |
2001 |
Sim/Não |
Operação de Miopia
até -14.0D sem ou com astigmatismo de até -5.0D |
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VISX
- Star S3 & WaveScan
WaveFront Guided System |
2003 |
Sim/Sim |
WaveFront-Guided
LASIK: Operação de Miopia até -6.0D sem ou com astigmatismo de até
-3.0D |
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WaveLight
- Allegreto Wave |
2003 |
Não |
Operação de Miopia
até -12.0D sem ou com astigmatismo de até -6.0D e operação de
hipermetropia de até 6.0D sem ou com astigmatismo de +5.0D |
Informações sobre WaveFront:
http://www.usaeyes.org/faq/subjects/wavefront_custom_lasik.htm
Melhores Equipamentos
do Mundo NA MINHA OPINIÃO!!!! (VISx S4 com
Wavefront, Baunch Zyoptrix 217z):
http://www.allaboutvision.com/visionsurgery/custom_lasik.htm
http://www.visx.com
http://www.bausch.com.br/br/vision/concerns/surgery/technolas.jsp
LadarVision com
WaveFront (dizem que é bom)
http://www.ladarvision.com/ladarvision/our_wavefront_flash.asp
http://locator.alconlabs.com/ladarvision/find_doctor.asp?country_location=Brazil
No Brasil, só temos 2
LadarVisions (até onde eu sei), mas aparentemente sem eyetracking ou Wavefront (eu mesmo
não sei se gostaria de usar um desses)..... mesmo assim minha cirurgia
foi em um Nidek EC-5000 Excimer Laser (http://www.nidek.com/ec5000.html)
que é o top-de-linha de equipamentos LASIK da segunda geração e já tem
mais de mil unidades vendidas no mundo. Equipamentos de Geração 3
tendem a levar mais tempo de cirurgia (o meu levou 17 segundos, graças
a Deus tudo correu perfeitamente bem).
Mais tarde, descobri
que existem alguns raros equipamentos VISx e Bausch, mas ainda não sei
onde ficam.
Só para lembrar,
que o equipamento é apenas para conhecimento técnico do paciente, mas
isso não garante melhor ou pior resultados. Eu fiz a minha e estou
satisfeito até o momento com o resultado. Consulte o seu
oftalmologista.
Veja informações sobre
o ORBScan aqui, um dos melhores equipamento
de diagnostico.
Veja bibliografia sobre onde sairam as imagens e
textos
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